terça-feira, 18 de julho de 2017

  A mobilidade corporativa viabiliza uma nova forma de trabalhar, automatizando processos e conectando colaboradores. Essa ferramenta gera redução de custos, aumento de produtividade e melhora na qualidade de vida da equipe. As organizações que aderem ao uso do mobile se tornam muito mais competitivas, uma vez que essa tecnologia permite inovar de forma mais intensa e alcançar clientes mais rapidamente.

 A computação em nuvens ou o desenvolvimento de aplicativos específicos para a empresa possibilita que os colaboradores acessem informações referentes às suas tarefas corporativas de locais remotos, seja para atender demandas fora do escritório ou mesmo trabalhar em home office. Isso não se resume apenas a ter acesso ao e-mail fora do escritório, mas a todas as atividades desempenhadas pelo colaborador em seu cotidiano empresarial.

  Entre as funcionalidades da mobilidade corporativa estão a automação de equipes externas, realização de videoconferências com colaboradores remotos, aplicação de treinamentos online e agilidade dos negócios. Além do aumento da produtividade e redução de custos, a ferramenta proporciona empoderamento à equipe na atuação em campo e permite a flexibilidade do trabalho remoto e colaboração.

   Além de modernizar a cultura organizacional de negócios, a mobilidade transforma, inclusive, o espaço físico das empresas. Computadores pessoais têm sido, em alguns casos, substituídos ou complementados pelo uso de tablets ou smartphones, que acompanham os profissionais em reuniões externas, saídas de campo, ou em outros momentos em que se faz necessário resolver questões corporativas urgentes fora do horário de trabalho.

  Para que a estratégia de mobilidade aumente a produtividade sem deixar as informações vulneráveis, é preciso atentar a cinco questões fundamentais:

1 - Acesso: Os usuários, aplicativos e dispositivos móveis que se conectam devem ser identificados e validados pela empresa.

2 - Proteção de dados: os dados da empresa acessados, exibidos, armazenados e transmitidos nos dispositivos móveis devem ser constantemente protegidos, uma vez que grande parte destes são confidenciais.

3 - Gerenciamento de dispositivos: os dispositivos vinculados às redes da empresa devem ser gerenciados de acordo com as políticas adotadas em computadores corporativos.

4 - Proteção contra ameaças: a mobilidade deve apresentar proteção contra qualquer ameaça externa que possa deixar a empresa vulnerável, seja aplicativos falsos, navegação desprotegida, roubo ou até mesmo o uso inapropriado da bateria.

5 - Proteção do compartilhamento de arquivos: Por se tratar de um dispositivo móvel, que possibilita fácil compartilhamento de arquivos, a empresa deve ter controle administrativo acerca de toda a distribuição de documentos, bem como seu acesso.

  Se sua empresa ainda não está adaptada a essa tendência do mercado, é hora de pensar em estratégias para implementação da mobilidade digital. Esse pode ser um passo importante para o sucesso do seu negócio e satisfação dos seus colaboradores.


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terça-feira, 11 de julho de 2017

A Inteligência Artificial (IA) foi desenvolvida visando criar dispositivos capazes de raciocinar, perceber, resolver problemas e tomar decisões como seres humanos, ou seja, para dar às máquinas a capacidade de serem inteligentes. Essa área da ciência, há décadas é impulsionada pelo rápido desenvolvimento da computação e da informação, agregando rapidamente vários elementos à IA.

Atualmente, os mercados mais bem explorados são os de aparelhos elétricos que possuem conectividade entre si, para agilizar tarefas cotidianas e tornar fáceis tarefas que necessitariam de muito tempo. 

A Inteligência Artifical está presente em muitas histórias de ficção científica, seja em livros, desenhos animados ou filmes. Um autor que se destaca nesta área é o russo Isaac Asimov, autor de histórias de sucesso como "Eu, Robô" e "O Homem Bicentenário". Ambas receberam adaptação para o cinema.  

Já na vida real, são diversas as aplicações da Inteligência Artificial: jogos, programas de computador, aplicativos de segurança para sistemas informacionais, aparelhos capazes de auxiliar em tarefas da casa, dispositivos para reconhecimentos de escrita a mão e reconhecimento de voz. Exemplos bastante utilizados no cotidiano são os assistentes virtuais como Siri e Cortana, que usam reconhecimento de voz para ajudar os usuários em suas tarefas diárias.

A Inteligência Artificial é um tema bastante complexo e controverso. São inúmeros os pontos a favor e contra e cada lado tem razão em suas afirmações. Muitas pessoas apresentam aversão a essa tecnologia, pois há uma preocupação com o que pode acontecer caso as máquinas se tornem mais inteligentes que humanos. Há, ainda, a possibilidade de utilizar a Inteligência Artificial como um facilitador da vida contemporânea, contribuindo para a qualidade de vida do ser humano. Agora só nos cabe esperar e ver até onde a IA pode nos levar. 


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terça-feira, 27 de junho de 2017

A realidade aumentada (RA ou AR) é um espaço que integra elementos da realidade virtual e do mundo concreto, criando um ambiente misto em tempo real. Esse tipo de integração inclui rastreamento de dados em movimento, reconhecimento de marcadores utilizando mecanismos de visão e construção de ambientes controlados contendo sensores e atuadores. Além de combinar elementos virtuais e reais, a RA é interativa, tem processamento em tempo real e é concebida em três dimensões.

Com o advento da realidade aumentada, os softwares ganham mais personalidade e se tornam mais cordiais e responsivos às ações humanas. Essa tecnologia possibilita que haja maior interação entre o mundo real e o virtual, e isso representa uma grande mudança no modo como realizamos tarefas e nos relacionamos com as máquinas.

O emprego da realidade aumentada mais comumente visível no cotidiano se dá em jogos e outros aplicativos para smartphones ou dispositivos móveis, mas ela também é de suma importância no desenvolvimento tecnológico de outras áreas, como na medicina, engenharia e educação.

Atualmente, as grandes empresas mundiais de tecnologia apostam no desenvolvimento de óculos de realidade aumentada, que permitem uma interação tanto com o próprio dispositivo, quanto com outras pessoas, ao mesclar com realidade virtual.

Para que a realidade aumentada possa existir, ela precisa de um objeto real como referencial para a interpretação e criação do objeto virtual, um smartphone ou outro dispositivo com câmera que transmita a imagem do objeto real, e um software que interprete os sinais transmitidos.

O processo de funcionamento se dá da seguinte forma: a câmera capta a imagem do objeto real e transmite ao aplicativo que fará a interpretação; o aplicativo, ao reconhecer o objeto real, gera o objeto virtual e o projeta no smartphone, televisão, computador ou óculos, exibindo os dois como se fizessem parte do mesmo espaço.

Com isso, a experiência do usuário se torna muito mais agradável, pois o aumento da imersão no software proporciona maior interatividade. Além disso, dependendo da finalidade do aplicativo, a realidade aumentada pode ajudar na redução de custos, como é o caso dos softwares que projetam móveis no ambiente antes da compra.


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terça-feira, 13 de junho de 2017

Quando falamos em computação em nuvens, ou cloud computing, referimo-nos à um servidor que armazena dados na internet. Essa rede de conexão permite que o usuário acesse arquivos pessoais ou compartilhados e execute diferentes tarefas a partir de qualquer computador ou dispositivo móvel.

A computação em nuvens está muito e cada vez mais presente em tarefas cotidianas. Isso porque, em posse de um dispositivo com conexão à internet, é possível acessar qualquer conteúdo ou arquivo apenas efetuando login em uma conta pessoal. As redes sociais e a maioria dos aplicativos móveis são exemplos de emprego dessa funcionalidade.

A possibilidade do uso da cloud computing em tarefas rotineiras despertou tamanha expectativa há poucos anos atrás, que chegou-se a presumir que tudo o que diz respeito ao uso de softwares e armazenamento de arquivos seria, hoje, realizado por meio da computação em nuvens. Essa teoria, no entanto, está longe de se consolidar, uma vez que grande parte dos serviços de internet, principalmente no Brasil, oferecem instabilidade e baixa qualidade.

As empresas de tecnologia, principalmente as que dominam o mercado, investem muito em cloud computing. Para poder armazenar informações ou arquivos na nuvem é preciso ter um sistema de segurança extremamente avançado, uma vez que o conteúdo armazenado não pode ser perdido, nem corrompido. Para tornar isso possível, é necessário ter um servidor físico de alta performance para armazenar os dados.

Conheça as principais vantagens e desvantagens da computação em nuvens:

VANTAGENS

  • Não é necessário ter uma máquina potente pois não é preciso instalar arquivos no dispositivo, portanto, gera corte de custos.
  • Acesso a dados, arquivos e aplicativos de qualquer lugar e dispositivo com conexão à internet.
  • Maior segurança das informações, uma vez que a proteção dos dados se deve a constantes backups realizados no sistema. Com isso, há menos preocupação quanto à perda de arquivos, como acontece nos aparelhos físicos.
  • Os mesmos arquivos podem ser acessados em diferentes dispositivos - tablet, smartphone, computador - sem que haja perda de informações.

DESVANTAGENS

  • Necessidade de uma internet estável e rápida para funcionar adequadamente.

No âmbito corporativo, a computação em nuvens é uma ferramenta excelente para que a equipe interna e os clientes acessem dados da empresa. No entanto, é necessário que a companhia viabilize esse processo por meio do desenvolvimento de softwares que geram benefícios tanto ao público interno, quanto externo.


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terça-feira, 30 de maio de 2017

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O mercado mobile cresce a cada ano e, paralelamente a isso, as empresas têm investido mais em aplicativos mobile para impulsionar seus negócios e suas estratégias de Inbound Marketing. Segundo um infográfico produzido pela Universidade de Alabama, a estimativa para este ano é que o mercado de aplicativos renda 77 bilhões de dólares no mundo.

Com isso, os aplicativos se tornaram uma excelente ferramenta de Inbound Marketing, tanto para atrair mais clientes, quanto para expandir a marca de quem aposta nesta tecnologia. No entanto, o número de usuários que baixam os aplicativos e deixam de utilizá-los é muito grande. É o que afirma uma pesquisa realizada pelo Instituto Nielsen, mostrando que os usuários utilizam, em média, 26 aplicativos por mês em seus aparelhos.

Em consequência, quando o aplicativo deixa de ser utilizado pelo usuário, ele passa a ser ineficiente para a estratégia da empresa, que em certos casos, acaba não obtendo o retorno esperado sobre o investimento desta tecnologia. Porém, se você desenvolve um aplicativo que além de suprir as necessidades específicas do usuário também permite uma forma de interação, ele dificilmente será esquecido.

Para um aplicativo ter essa interação, é necessário um espaço onde o usuário tenha disponível conteúdos relevantes e úteis que despertem sua atenção e façam com que ele desprenda uma parte de seu dia para acessá lo.

Saiba como é possível utilizar um app com a finalidade de realizar Inbound Marketing:

  • Disponibilizar conteúdos relevantes e fazer posts frequentes;
  • Divulgar infográficos, e-books, whitepapers e vídeos;
  • Realizar questionários;
  • Possibilitar que o usuário compartilhe seu conteúdo nas redes sociais.

Se sua empresa já possui um aplicativo mobile, é hora de pensar em estratégias que favoreçam a interação do usuário com o software e com a marca. Se ainda não desenvolveu um, é possível criá-lo com funcionalidades específicas para possibilitar o engajamento com sua empresa.


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